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MulheresAs águas de março anunciam o fim da estação mais quente do ano e também da dieta forçada. Durante três meses uma grande parcela da população feminina controlou o desejo de comer um delicioso prato de macarronada e virou amiga inseparável da alface e do frango grelhado. Sobremesa? Esquece! Só frutas da estação, no máximo um picolé de limão.

Academia lotada, clínicas de estética com falta de horários. Lipos, drenagens, massagens e tudo mais que possa ser útil para perder aqueles quilos a mais. E pra que tudo isso em época de Mulher Melancia, Mulher Moranguinho e até Mulher Salada de Frutas? A obsessão por um corpo perfeito é uma das maiores preocupações da mulher atualmente.

A calça favorita não fecha mais, a blusinha usada apenas uma vez está um pouco apertada. Tudo isso frustra uma mulher, e muito! Mas uma gordurinha a mais não significa que você ficou menos feminina ou feia. Stress, trabalho, correria, estudo, ansiedade, filhos. Vários fatores contribuem no aumento do peso, isso tudo porque você simplesmente não tem mais tempo para cuidar de si própria.

Neste dia tão especial quero mostrar o que é ser uma mulher de verdade. Não estou me referindo às modelos internacionais ou as estrelas de Hollywood. Falo daquelas mulheres que acordam cedo para trabalhar seja em uma empresa ou em casa. Daquelas mulheres que fazem milhares de coisas ao longo do dia e a noite vão estudar ou para casa ficar com o marido, cuidar dos filhos, dos irmãos, dos netos…

Mulheres de verdade são aquelas que usam saia mais comprida para esconder as varizes, tentam controlar a celulite e as estrias com cremes, escondem as tenebrosas espinhas que insistem em aparecer “naqueles dias” com base, devoram com muita vontade uma barra de chocolate na TPM e tem um arsenal de roupas pretas para afinar o corpo.

Posso falar de muitas qualidades destas mulheres do mundo real, mas não vai adiantar, afinal, que mulher está satisfeita com o seu corpo? São poucas que se aceitam como são. A amiga magérrima, o inimigo chamado espelho e a baixa auto-estima contribuem para aumentar em várias vezes aquelas gordurinhas localizadas. Mas faça o teste, pergunte para seus amigos se eles preferem uma magrinha ou uma mulher com mais substância. A resposta será em sua maioria “mulher gostosa, do estilo Juliana Paes”.

Então, Gisele Bündchen que me desculpe, mas uma coxa grossa vale mais que pernas de graveto e cintura Olívia Palito. Esse mundo ilusório da beleza ideal disseminado pela mídia definitivamente não existe no dia-a-dia. A felicidade não está em uma calça tamanho 36, mas na satisfação de sair com as amigas e comer sem culpa batata-frita com catchup e refrigerante.

Pelo menos no Dia da Mulher assuma quem você é. Ame a si mesma e esqueça o que as outras mulheres pensam de você (pois sabemos que no mundo feminino existe competição entre os seres do mesmo sexo). Fique feliz por não estar neste “mundo da fantasia” apresentado pela mídia onde até se passa fome para manter o peso ou onde a mulher que tem atributos em abundância vira Rainha do Funk. Parabéns a você, Mulher de Verdade!

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Na “Semana Nacional de Luta em Defesa da Formação e Regulamentação Profissional dos Jornalistas”, que aconteceu entre os dias 11 a 17 de agosto, jornalistas de todo o país foram às ruas protestar pela obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão. Contudo, a maioria das pessoas nem sequer soube que este protesto estava acontecendo, pois a mídia não costuma falar de si própria.

Responsáveis por divulgar as informações locais, nacionais e até mundiais, os veículos de comunicação fazem parte do cotidiano da sociedade desde 1455, quando Gutenberg inventou a prensa dos tipos móveis. De lá até os dias de hoje, a fantástica evolução das técnicas de divulgação e reprodução da notícia proporciona a comunidade o conhecimento quase que instantâneo do acontecimento.

Ilustração: Divulgação
Os jornalistas são os profissionais capacitados a obter, tratar e divulgar os fatos e, para isso, precisam obedecer a diversas técnicas, saberes e ética. Porém, nem todos são capacitados, pois não cursaram uma faculdade, não refletiram sobre as teorias da comunicação e do jornalismo e tampouco sobre a ética da profissão. Sou a favor do diploma e é por este motivo que vou dedicar este texto a mostrar o quanto é necessário ter um bom preparo intelectual, ético e técnico para ser jornalista.

As tarefas diárias de um repórter são muito mais complexas do que se imagina, visto que o grande número de pautas a serem executadas, em um curto espaço de tempo, obedecendo à ideologia do veículo para qual trabalha e, em alguns casos, a escassez de recursos e equipamentos faz o jornalista ficar frente a frente com os princípios do Código de Ética da profissão e decidir segui-los ou não.

Diversos autores debatem esta questão e nos fazem refletir sobre o trabalho destes profissionais. Para discorrer sobre o assunto, busco embasamento no livro Ética no Jornalismo, de autoria de Luciene Tófoli. O primeiro ponto a ser levantado diz respeito os critérios de seleção de uma notícia. Somente são publicados aqueles fatos cujo jornalista julga ser de importância para a sociedade. Isto é o que os profissionais costumam chamar de critérios de noticiabilidade.

O fato, para se tornar uma notícia, deve apresentar um conjunto de critérios de relevância, como o seu conteúdo, a disponibilidade de acesso do repórter ao material e/ou as fontes e ao interesse do público ao qual ela será destinada. Grande parte das redações recebe diariamente uma enorme quantidade de notícias oriundas de agências de informações, o que acaba criando uma agenda previsível das notícias que serão impressas ou irão ao ar. Cabe aos profissionais da área fazer a mediação, selecionando as informações relevantes e verificando a sua credibilidade.

Por vezes, a intimidade de pessoas pública, principalmente atrizes/atores, e cantares/cantoras, é encarada como um uma notícia de interesse da população. E como o público gosta disso! Programas televisivos correm atrás de flagrantes, fofocas e novidades sobre a vida pessoal dos famosos. Revistas dedicam páginas e páginas a fotos posadas ou tiradas sem autorização. Já não sabemos mais o que é público e o que é privado. Ou fingimos não saber. Nos locais públicos gratuitos ou pagos ninguém mais tem direito a sua privacidade.

O artigo 6° do Código de Ética do Jornalismo é claro “É dever do jornalista […] respeitar o direito à intimidade, à privacidade, à honra e à imagem do cidadão”. Infelizmente é a invasão da vida privada que gera os maiores lucros para a imprensa brasileira. O mercado sempre está sedento por informações que causam polêmica. Com a inovação tecnológica o consumidor virou produtor que divulga através de fotos e vídeos na internet cenas dos famosos. O Youtube é o maio exemplo disto.

Ilustração: Divulgação
Após o advento da internet podemos perceber um fenômeno cada vez maior: o mimetismo midiático. Obrigados a produzir em larga escala e a baixo custo, alguns veículos se valem de outros, copiam as informações e as colocam no ar na sua emissora, canal, website ou página impressa. Falta tempo para investigar, confirmar com as fontes se o fato é verídico ou procurar outras que as esclareçam melhor, abordar a notícia sobre um prisma diferente, contando os vários lados da história.

E sem isto, o jornalista acaba desrespeitando o seu receptor. O Ctrl+C / Ctrl+V passa por cima do direito autoral, o qual é abordado no artigo 6° do Código de Ética “É dever do jornalista: […] IX. Respeitar o direito autoral e intelectual dos jornalistas em todas as suas formas”.

E por falar em internet, se caiu na rede já não tem mais volta. Que diga a Daniella Cicarelli e Renato Malzoni, flagrados em cenas picantes no ano de 2006 numa praia de Cádiz, na Espanha. Esse vídeo, gravado por um turista, causou tamanha polêmica que foi parar até na justiça. Mesmo depois de ser retirado ar, ele continuou a circular.

O que dizer então do reality show? O Big Brother Brasil já se encaminha pra a nona edição, sempre batendo recordes de audiência. O telespectador busca o espetáculo, ele se identifica com esta “dramatização da realidade”, quer assistir a intrigas e sacanagens, por isso são tantas as novelas que passam diariamente nos canais da TV aberta.

Alguns até podem ficar bravos ao ler esta opinião, mas são raras as exceções que trocam de canal para assistir a um programa educativo, um telejornal ou um documentário não é? Uma espiadela que seja já basta para cativar o público, que acaba se tornando fiel. Mas a culpa não é só daquele que está com controle remoto na mão, é da própria mídia que tenta satisfazer os desejos da sociedade criando, copiando e repetindo os espetáculos de pura dramaticidade que deram tão certo.

O leitor, ouvinte ou telespectador espera que os meios tenham uma função política, econômica, educativa e de entretenimento. Todavia, o que mais se espera de um veículo é o seu compromisso com a verdade. Segundo o artigo 4°, a veracidade com o relato dos fatos é um compromisso fundamental dos jornalistas. A notícia, para autores como Cremilda Medina e Nilson Lage, é um produto a venda que obedece às lógicas mercantis. E é justamente por ter de pagar pela informação que as pessoas esperam que ela seja precisa, reproduzida de forma fiel e correta.

Quando a notícia extrapola a realidade, ganhando pitadas de invenção e grandes toques de exagero cai no sensacionalismo. O primeiro jornal editado nesta linha foi o Publick Occurrences, dos Estados Unidos, o qual teve sua primeira edição publicada no dia 25 de setembro de 1690. A imprensa amarela, na definição estadunidense, ou a imprensa marrom, termo brasileiro, ganhou espaço mundial e continua sendo praticada até hoje. As conseqüências deste “falso jornalismo” são as mais diversas possíveis e disto sim sabemos que o público não gosta. Ao mentir, omitir ou inventar, o jornalista perde o seu público e estraga sua reputação.

Por isso, a apuração dos fatos deve contar com fontes credíveis, que tenham autoridade para discorrer sobre o assunto e que este seja de interesse a sociedade. Fontes estas que podem ser desde cidadãos comuns, a autoridades, entidades ou instituições. O artigo 5° do Código de Ética do Jornalismo assegura o sigilo da fonte quando esta for necessária para o exercício de sua profissão. O caso Ibsen Pinheiro e o Caso Escola Base estão aí para comprovar que a falta de fontes seguras pode acabar com a carreira e até com a vida pessoal de pessoas inocentes.

Neste item o jornalista deve estar sempre muito atento para não ser agendado pela fonte, fato que é comum quando se trata de um político. Alguns são capazes de dar tantas voltas a ponto de acabar não respondendo ao que foi perguntado e o jornalista corre o risco de acabar fazendo uma matéria que não seja de interesse público. Às vezes, pela correria do dia-a-dia ou por falta de profissionais que possam falar com autoridade sobre um determinado assunto, o jornalista opta por procurar as mesmas fontes, o que pode virar em um contato pessoal maior e atrapalhar o trabalho jornalístico.

Outras questões éticas são debatidas em relação ao exercício do jornalista, como o uso de câmeras escondidas e microfones ocultos e a falsa identidade. Segundo o Código de Ética do Jornalismo, em seu artigo 11° “o jornalista não pode divulgar informações obtidas de maneira inadequada […] salvo em casos de incontestável interesse público e quando esgotadas as outras possibilidades de apuração”.

Cabe ao meio de comunicação identificar o que realmente só será conseguido através de câmeras ocultas e de disfarce. É comum, especialmente na televisão, assistirmos matérias realizadas com câmeras ocultas, como foi à verificação feita nas farmácias sobre a venda do antiinflamatório Prexige, o qual foi proibido de ser posto a venda devido às incertezas a respeito da segurança hepática do seu uso.

Os jornalistas, por vezes, perdem o controle e passam por cima do Código de Ética da profissão, mas o receptor das informações espera que ele saiba agir de forma digna e correta aos desafios encontra no seu cotidiano. Felizmente as pessoas ainda acreditam nos meios de comunicação, pois eles são os repensáveis por informar e dar voz aos cidadãos, denunciando aqueles que não cumprem a lei e trazendo fatos relevantes para o andamento da sociedade. E ainda bem que existem muitos profissionais diplomados e éticos capazes de comunicar de forma verdadeira e apurada os fatos.

Opinião publicada no site Novohamburgo.org

De tempos em tempos acontece um fato que choca e ao mesmo tempo mobiliza o país. Quando se refere à violência praticada contra uma criança, a proporção desse acontecimento toma rumos inimagináveis.

Há um ano e dois meses atrás, João Hélio Fernandes Vieites, de 6 anos, foi mais uma vítima da falta de segurança pública no nosso país. No dia 7 de fevereiro de 2007, o menino estava no carro com a mãe quando foram abordados por assaltantes, no bairro Osvaldo Cruz, Zona Norte do Rio de Janeiro. A mãe saiu do veículo, mas não conseguiu retirar a criança, que estava no banco traseiro, presa ao cinto de segurança. Durante 7 km João Hélio foi arrastado pelo carro conduzido pelos bandidos.


Há um mês, no dia 29 de março, Isabella Nardoni, de 5 anos, morreu após ser asfixiada e jogada do sexto andar de um prédio de classe média localizado na Zona Norte de São Paulo. O pai, Alexandre Nardoni, e a madrasta, Anna Carolina Jatobá, são os maiores suspeitos de terem cometido o crime.

Os que esses dois casos têm em comum não é apenas a atrocidade com que foram cometidos, mas também o sensacionalismo provocado pela mídia e pela população. Claro que os veículos de comunicação estão cumprindo o seu papel de informar, contudo essa cobertura passou dos limites. Até um salão de beleza que funciona defronte a delegacia onde estão transcorrendo as investigações, chegou a lugar a sacada para cinegrafistas e fotógrafos pegarem os melhores ângulos dos acusados e das testemunhas. O pai e a madrasta de Isabella precisam de ajuda policial para sair de casa tamanha a aglomeração dos jornalistas e do povo.

Pra que tudo isso? O caso Isabella Nardoni virou novela, mini-série. Pessoas deixam de trabalhar para ficar em volta da delegacia ou da casa do pai e da mãe da menina. Fico me perguntando por que elas não se juntaram para lutar por melhorias na segurança pública, na educação e na saúde ao invés de tentarem fazer a justiça com as próprias mãos. O caso do menino João Hélio também teve esse sensacionalismo, todavia já foi quase esquecido. Ou por acaso alguém viu essas mesmas pessoas que cercaram a delegacia onde estavam os assassinos de João Hélio protestando em Brasília por maior rigor nas leis penais?

Não, ninguém viu. Parece que a maioria só quer ter alguns minutos de fama em rede nacional. Cansei de ver repórteres sem ter mais o que falar do fato perguntando à opinião pública Quem é o autor do crime? Pensei que esse era o papel da Polícia.

Para se ter uma idéia de como as pessoas foram influenciadas pela mídia no envolvimento com o caso, o site de relacionamentos Orkut possui mais de mil comunidades relacionadas à Isabella. A maioria delas pedindo justiça. Diversos perfis foram criados para Alexandre Nardoni. Pessoas se passam por ele, para abrir um espaço onde todos possam deixar seu recado. A página de Ana Carolina Oliveira, mãe da menina, registra centenas de scraps, os quais passam palavras de consolo de brasileiros que moram dentro e fora do país.


O portal de vídeos YouTube tem mai de 600 vídeos postados referentes à Isabella
, sendo que a sua quase totalidade dedica-se a homenageá-la com fotos e músicas. Os portais de notícias, os telejornais e as rádios estão atualizando o caso a todo o momento. Os jornais e revistas estampam em sua capa reportagens especiais sobre o caso. Esse é o assunto do momento, quase não se fala de outra coisa.

Até o mês passado não sabíamos nem que Isabella Nardoni existia, hoje conhecemos sua casa, o colégio onde estudava e os coleguinhas. Sabemos quais eram seus hobbies preferidos, assistimos vídeos de seus aniversários e apresentações de dança e teatro, fotos de seus passeios, etc. Enfim, ela acabou se tornando parte de nosso cotidiano, pois ao entrarmos em contato com qualquer veículo de comunicação lá vai estar o caso sendo noticiado. E mesmo que consigamos fugir da mídia, em casa, na escola, no trabalho, no supermercado, no bar da esquina, o assunto vai ser discutido pelas pessoas.

Ao mesmo tempo em que a grande maioria da população brasileira se interessa em saber as novidades das investigações, outra mísera minoria protesta. Silenciosa e quase imperceptível. Como a comunidade do Orkut CASO ISABELLA=SENSACIONALISMO! que possui apenas 182 membros, número muito inferior à comunidade ISABELLA NARDONI * Isabella *, com 135.023 membros.

Será que essa mesma mobilização aconteceria se a menina fosse de uma família humilde? Certamente ganharia apenas um pequeno espaço em alguns veículos de comunicação e com certeza não ocuparia 35 minutos da programação do Fantástico.

Não quero parecer incessível. Também fiquei chocada e indignada com a morte de Isabella. Mas a questão que estou criticando aqui é o grande espetáculo que a mídia criou em cima desse caso.

O problema maior é o proveito que alguns estão tentando tirar dessa situação. O YouTube está sendo um dos espaços onde esses sujeitos procuram se auto-promover por conta desse crime. Existe um vídeo chamado Isabella Nardoni Música preferida dela que na verdade não passa de um videoclipe caseiro de funk que não tem nada a ver com a garota. Ao olhar o número de acessos (15.853), podemos notar que todas essas pessoas, assim como eu, procuravam informações sobre Isabella e acabaram se deparando com um tal de Mc Waguinho fazendo performances para a câmera.

Mas o pior ainda não é isso. Ao digitar no campo de busca do Facebook o nome da menina encontrei, entre as diversas notícias, opiniões, fotos, vídeos, sites e blogs, charges de humor negro sobre o caso. Uma delas mostra (em formato de desenho) Isabella sendo chamada a voar por Peter Pan. Sem pensar, a menina se joga da janela e cai no jardim do prédio. Outras duas comunidades do Orkut acreditam que a justiça só será feita se chamarem os personagens do filme Tropa de Elite e do seriado americano CSI.

Pessoas que fazem esse tipo de brincadeira com um fato tão sério, são tão ou até mais insanas como esses criminosos que mataram Isabella e João Hélio. Sem dúvida a mídia, ao insistir tanto em um mesmo assunto, incentiva a produção virtual tanto da avalanche de materiais de apoio à mãe e homenagens a menina, quanto brincadeiras sem nenhuma graça.

Enquanto a imprensa se mobiliza no caso Isabella, 110.783 pessoas foram infectadas pelo mosquito da dengue só no Rio de Janeiro e outras 92 já morrem. Estamos diante de um grave problema de saúde pública que atingir todo o país e faz mais vítimas a cada dia. Mas sobre isso, ninguém fala mais nada.

Opinião publicada no site Portal3 e no Novohamburgo.org