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Para produzir o conteúdo de um perfil empresarial nas mídias sociais é preciso entender o público da marca, mostrar que conhece o assunto e interagir. Veja um roteiro.

Dialogue sempre. Quem só passa informação e não escuta o outro lado, acaba falando sozinho.

É comum encontrarmos textos na Internet explicando como funcionam as mídias sociais e as regras que devemos seguir para fazer parte delas. Mas você já parou para pensar no conteúdo que vai gerar e divulgar nestes espaços? Certamente é resposta será sim, porém surge a dúvida: como fazê-lo?

Em muitos perfis corporativos vemos apenas promoções relacionadas aos produtos e serviços oferecidos pela empresa, ou a atuação de um SAC online.

As mídias sociais, assim como os meios de comunicação tradicionais, devem transmitir informações relevantes para os seus leitores. Nunca esqueça que além de ser a voz da empresa sobre o que ela faz e vende e de se relacionar com os consumidores, os perfis digitais corporativos atuam com a fidelização da marca e podem virar referência de conteúdo.

Seguem algumas dicas de como atingir esses resultados:

  • A primeira coisa a fazer quando se cria um perfil corporativo em qualquer site de rede social – Twitter, Facebook, Orkut, YouTube, etc.- é entender o seu público. Se a empresa tiver alguma pesquisa de públicos, a resgate e se debruce sobre ela. Caso não tenha esse aliado, procure fazer você mesmo a pesquisa. Converse com os diretores e com os funcionários que possuem mais tempo de casa; pesquise nos principais buscadores e nas mídias sociais o que está sendo falado sobre a sua empresa e sobre o mercado de atuação dela.
  • Após entender o seu público, estude como a concorrência está se posicionando no espaço online. Faça um comparativo entre as marcas levando em conta a frequência de atualizações, geração de conteúdo próprio, conteúdo sugerido de outros sites, interação, linguagem utilizada e parcerias.
  • Gere conteúdo próprio, mostre que você tem expertise. Crie um blog corporativo e explore este canal com informações sobre a empresa, seus lançamentos e esclarecimentos; faça promoções e concursos culturais com os seus leitores; integre o blog com as mídias sociais; inclua o blog na sua estratégia de links patrocinados; faça um levantamento de blogueiros e formadores de opinião que podem vir a serem seus parceiros na divulgação de conteúdos.
  • Divulgue informações exclusivas sobre a empresa nas redes e indique conteúdos interessantes de outras fontes de informação.
  • Dialogue sempre. Talvez você não vá receber bom dia dos seus seguidores na primeira semana que estiver nas mídias sociais, mas com o tempo eles verão que a marca se faz presente e começarão a interagir. Por isso, dê Follow Friday (#FF) no Twitter todas às sextas-feiras, curta fotos e assuntos que achar relevante no Facebook e interaja nos fóruns da marca no Orkut. Mostre que a empresa é madura o suficiente para receber críticas e que tem opinião própria.
  • Responda publicamente as dúvidas e reclamações. Não adianta mandar respostas por mensagens privadas, tampouco apagar as reclamações publicadas no mural da empresa no Facebook, nas comunidades do Orkut ou em forma de comentário no blog. Se o consumidor estiver extremamente insatisfeito com a marca ele vai fazer com que, de alguma forma, os amigos dele saibam do seu problema e este buzz negativo é ainda pior. A transparência deve vir sempre em primeiro lugar.
  • Peça sugestões de assuntos para os amigos da marca nas mídias sociais e responda aos comentários deles sobre suas publicações.
  • Esteja sempre atualizado sobre as novas tecnologias e a linguagem voltada para a Web. Leia livros, blogs, sites de notícias, participe de palestras e converse com outros profissionais da área de social media sobre os mais variados assuntos que estejam relacionados com conteúdo digital.

Um bom conteúdo é fruto de muita pesquisa, estudo e diálogo. Se você mostrar que a marca realmente entende do assunto que se propõe, certamente irá ganhar mais relevância nas buscas orgânicas e será indicado como fonte de informação. Afinal, o conteúdo também gera fidelização.

Artigo publicado no site Webinsider

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Pesquisa revela que os principais portais de notícias do país usam as redes sociais como RSS do seu site, interagem pouco com os seus leitores e não desenvolveram uma linguagem própria para este espaço.


Twitter

No meu Trabalho de Conclusão de Curso analisei a presença de cinco portais de notícias no site de rede social Twitter e a forma como o discurso jornalístico estava sendo reconstruído neste espaço, que oferece apenas 140 caracteres por vez para o jornalista passar a informação ao leitor.

Durante uma semana observei o conteúdo publicado e as interações dos perfis do G1, O Globo, Estadão, Jornal do Brasil e Zero Hora.

O principal ponto descoberto foi a falta de interação existente entre os perfis jornalísticos e seus seguidores.

O G1 e o Jornal do Brasil apenas criaram uma conta no site de rede social e passaram a publicar diariamente uma avalanche de notícias, usando o canal como um RSS e não como um site de rede social.

O Globo está iniciando, ainda timidamente, um relacionamento com seus seguidores. Já os jornais Estadão e Zero Hora são os que mais interagem na rede sociais, mas poucos tweets convidaram os seguidores a participar de ações promovidas pelos veículos ou aproveitaram este canal de comunicação para encontrar fontes para suas matérias.

Um grande engano que as empresas jornalísticas aparentam possuir é de que as redes sociais são um modismo, quando na verdade elas são um fenômeno social e estão em crescente ascensão. Ignorar este fato e criar uma conta apenas para dizer que está presente por lá é arriscar perder a confiança dos leitores. A falta de entendimento sobre o objetivo principal das redes sociais, em geral, é algo preocupante.

O Twitter já existe há cinco anos e apenas observando a sua evolução, o posicionamento de diversas empresas e a atuação de atores sociais relevantes é possível compreender que este site de rede social foi feito para a troca de diálogos.

Tanto é que suas mensagens são limitadas a 140 caracteres e podem ser enviadas de diversos dispositivos móveis, mostrando que as pessoas têm necessidade de se comunicar a todo o momento e com muita rapidez, independente do lugar que estão.

Saber trabalhar com o relacionamento entre os seguidores ativos e os silenciosos é questão estratégica para um veículo jornalístico. Assim como os sites dos jornais foram evoluindo com o tempo, o seu perfil nos sites de redes sociais deve seguir pelo mesmo caminho.

No trânsito

A única diferença é que naquela época a evolução era mais lenta e hoje já existem inúmeros cases a serem seguidos. O perfil @transitozh, criado pela Zero Hora, atualiza seus seguidores em tempo real sobre as informações do trânsito na região metropolitana de Porto Alegre.

Através do levantamento de informações realizado por uma equipe de repórteres, pelos perfis de empresas como Concepa e EPTC e informações de seus seguidores, o canal vem ganhando destaque entre os gaúchos por prestar um serviço de grande importância com rapidez e credibilidade.

Mesmo assim, o uso da ferramenta também parece ser algo que ainda não está sendo aproveitado em sua amplitude pela maioria dos veículos, a começar pelos programas usados para publicação dos tweets nos perfis jornalísticos analisados.

As diversas plataformas usadas por Zero Hora, Estadão e O Globo indicam que há dúvida sobre qual delas deve ser utilizada. O problema de usar diversas plataformas é que os veículos não conseguem avaliar os resultados que estão obtendo com a sua presença no site de rede social.

Caso usassem o HootSuite, por exemplo, conseguiriam saber quantas pessoas clicaram nos links postados, o número de citações do perfil por outros usuários do site de rede social, número de retweets, quantos usuários entraram no site da empresa através Twitter, entre tantas outras informações.

Ao saber os assuntos mais clicados, o jornalista pode trabalhar com um maior número de tweets voltados aos temas preferidos de seus seguidores, os fidelizando e ganhando mais seguidores, pois a satisfação é revertida em mensagens positivas sobre o perfil, que se espalham aos outros usuários.

O número elevado de tweets publicados, como é o caso do G1 e do Jornal do Brasil, que postam mais de 50 mensagens por dia (o G1 chega à média de 88), também pode se tornar um problema. Com tanta atualização fica difícil do leitor acompanhar tudo na timeline do seu perfil e, com o passar do tempo, os seguidores ou deixam de seguir o veículo, ou acabam ignorando as suas atualizações.
Texto adequado ao meio

O conteúdo postado no Twitter tanto no G1 quanto no Jornal do Brasil é apenas copiar o que está no site de notícias e colar no site de rede social. O Estadão e a Zero Hora fizeram metade dos posts copiando o site, e outra metade diferenciaram as chamadas do Twitter do seu site de notícias. O Globo foi o único perfil jornalístico analisado que fez todas as chamadas dos seus tweets de forma diferenciada dos títulos das notícias do seu site.

O Twitter é um canal de informação diferente de um site de notícias, por isso exige que o formato de texto seja específico para ele, até pelo número limitado de caracteres que disponibiliza por mensagem. Deste modo, torna-se importante aproveitar o espaço disponibilizado para chamar a atenção dos seguidores com informações relevantes e usando os recursos disponibilizados pela ferramenta, como as hashtags, o replay e o retweet.

As repetições de notícias no perfil do Twitter cometidas pelo O Globo, Estadão e G1 mostram o quanto ainda falta uma atenção especial para esta rede social, visto que os posts repetidos ainda continuam no ar. O mais prejudicado são os seguidores, que recebem notícias repetidas em sua timeline, só o G1 fez isto 15 vezes na semana analisada.

Segundo Steve Johnson, em entrevista a Revista Time, possivelmente daqui há algum tempo o Twitter será sucedido por outra rede social devido a vulnerabilidade de troca que o público deste tipo de mídia possui, mas elementos-chave da plataforma vão ser preservados como a estrutura de contatos dividida em amigos e seguidores, a utilização do serviço também para propósitos informativos sustentado no compartilhamento de links e a possibilidade de busca em tempo real para acessar informações atuais.

Se ele vai ou não continuar a existir não se sabe, mas a sua forma de possibilitar o relacionamento das pessoas revolucionou de tal forma as redes sociais que está cada vez mais complexo se fazer presente sem ser notado. Cabe agora os jornais saberem utilizar essa nova rede de comunicação a seu favor e em prol de um jornalismo mais participativo e ativo na Internet.

Artigo publicado no site Webinsider.

Celulares tiram o sossego das pessoas

Com o barateamento dos celulares a maioria das pessoas passou a adquirir o aparelho para si mesmo e também presentear toda a família. Afinal, nos dias de hoje, não estar “ligado” é sinônimo de retrocesso. E o avanço das tecnologias móveis foi extremamente rápido.

Lembro até hoje da moda do Nokia 5125, era um tijolinho de tão pesado, mas todo mundo tinha. A bateria começava a escorregar com o passar do tempo e a solução era colocar um pedaço de papel para segurá-la. As meninas mais descoladas até enfeitavam com brilhos e estrelinhas a frente do visor. As suas funcionalidades não passavam de receber e fazer ligações, mandar mensagem e servir de relógio e despertador. Quanto saudosismo.

A geração ZY deve se perguntar “mas nem rádio tinha?” não, nem rádio tinha. Hoje o aparelho vem com funcionalidades infinitas, a única coisa que não funciona às vezes são as ligações, de resto ele só falta passar café.

O que dizer então de modelos como iPhone, Blackberry e Smartphone? Além de possuir aplicativos que passam por jogos, previsão do tempo e medição da cerveja para quantidade x de convidados, estão 24h conectados a Internet e com os ícones dos sites de redes sociais já inclusos no menu. Quanta mudança!

Mas até aí toda esta história da evolução me agrada muito, afinal não vivo sem telefone e Internet (e muitos se enquadram neste grupo!). O grande problema da inclusão digital e do avanço tecnológico é a falta de moderação do seu uso por parte das pessoas. Não estou falando da perda do contato físico entre os indivíduos, dos relacionamentos on-line, etc. Estou falando do irritante e altíssimo som que sai daqueles pequenos orifícios do aparelho.

Quem anda de transporte coletivo conhece bem esta realidade. E os que fazem suas caminhadas pelas ruas do bairro também. Não é difícil encontrar alguém segurando o celular na mão e escutando a sua play list sem fone de ouvido e a todo volume, esquecendo-se do bom senso e da convivência em grupo.

Por mais que uma música possa ser relaxante e inspiradora, ela também causa sensações inexplicáveis no humor. E o estado de espírito da pessoa pode se voltar para o lado ruim quando a melodia e/ou a letra não agradam os ouvidos alheios.

Certamente um tradicionalista vai se irritar ao escutar um funk às 7h da manhã. Ou um pagodeiro vai ficar extremamente incomodado com um metaleiro de plantão, que está parado ao seu lado estourando as caixinhas de som do celular. Quando o barulho está atrapalhando muito, vale a pena conversar com a pessoa e pedir gentilmente para diminuir o volume. Se não funcionar, ao menos você tentou fazer algumas audições felizes.

Estilos a parte, o que importa em todos os casos é respeitar os decibéis permitidos e as pessoas presentes no ambiente. No mais, é só salvar suas músicas no aparelho celular ou conectar na sua rádio preferida e descontrair. Com fones de ouvido, por favor.

Artigo publicado na coluna Cotidiano que mantenho no site Novohamburgo.org.

Nessa semana me deparei com um vírus virtual. Estava eu trabalhando, quando a janela do MSN começou a piscar. Era uma amiga enviando um emotion seguido de um arquivo chamado “Photos”. Não tive nem dúvidas e cliquei, afinal, é comum trocarmos fotos e textos pelo Messenger. Minha ação gerou uma reação incontrolável, o vírus tomou conta do programa e enviou a mesma mensagem que eu havia recebido para todos os meus contatos que estavam on-line.

Alguns amigos que receberam a mensagem vieram me perguntar do que se tratava, outros disseram que não conseguiram abrir e, infelizmente, a minoria clicou no arquivo e acabou na mesma situação que eu.

Desesperada tentei fechar o MSN e não consegui. O vírus era tão poderoso que bloqueou todas as alternativas de fuga que eu tinha em mente. Como nenhum comando funcionava, restou desligar o computador diretamente na CPU.

Enquanto o antivírus procurava o monstro que invadiu meu computador, eu escrevia um e-mail para todos meus amigos os alertando em não abrir o arquivo. Para minha surpresa, uma colega de trabalho falou que duas amigas suas receberam o mesmo vírus pelo Messenger e também mandaram e-mail avisando os seus conhecidos.

A internet revolucionou a nossa vida, trazendo grande auxílio tanto no trabalho, quanto na escola e no lazer, ela tornou-se uma grande aliada do nosso cotidiano. As ferramentas de mensagens instantâneas como o Messenger (MSN), o Y! Messenger, o Orkut, o Google Talk, o e-mail e diversos outros tornaram a comunicação mais rápida e eficiente entre as pessoas.

Apesar de tantas facilidades, essas ferramentas podem trazer muitos transtornos aos usuários desatentos. Ao invadir seu computador, o racker pode pegar informações sigilosas, como arquivos, fotos e até a senha do seu banco (caso você faça transações on-line).

Para tentar evitar esse tipo de transtorno, a primeira coisa que o internauta deve fazer é instalar um antivírus no seu computador e sempre estar o atualizando. Os rackers são muito rápidos, sempre estão lançando novos vírus e estes são cada vez mais poderosos, por isso a atualização é fundamental para a proteção do seu computador.

Outra dica é desconfiar de qualquer link e arquivo que seus amigos passam através destas ferramentas de comunicação instantânea. Antes de abri-lo, bata um papo com ele e pergunte detalhes destas informações. Quando a conversa for muito breve, ou só oferecer um link para você abrir, desconfie imediatamente.

No Orkut é comum recebermos mensagens escritas em inglês, estas, na maioria das vezes, são vírus. No e-mail geralmente os vírus vem camuflados através de falsas premiações ou oferecendo serviços milagrosos. Se o seu anti-spam não marcar essas mensagens como suspeitas, não pense duas vezes antes de delatá-las.

Não precisamos ser grandes conhecedores do mundo da informática e da internet para protegeremos nossos equipamentos. Estes pequenos cuidados podem ser feitos por qualquer internauta e livram você de diversos transtornos e constrangimentos. Também não é necessário gastar dinheiro comprando antivírus, algumas empresas oferecem ferramentas de segurança gratuitas para download. Ao seguir estas dicas você irá garantir uma comunicação virtual mais segura e tranqüila.

Durante 40 minutos o jornalista falou sobre sua trajetória profissional, os quadros do Fantástico e deu algumas dicas para os alunos. Depois, foi aberto espaço para o público fazer perguntas.

Nascido em Uberaba, Zeca Camargo, 44 anos, cursou Administração de Empresas e Publicidade e Propaganda, além de ter se dedicado durante nove anos à dança. “Nos anos 80 tratei do corpo e nos 90 da cabeça, mas essa formação eclética ajudou no desempenho do meu trabalho”, confessa.

Foto: Daniela Machado
fotos-057.jpgSua primeira experiência profissional foi no jornal Folha de São Paulo, em 1987, no qual chegou a ser editor do caderno de cultura Ilustrada. Mais tarde, participou do processo de quinzenização da Revista Capricho.

Mas, o primeiro trabalho na televisão foi como apresentador da MTV. “Na MTV eu podia errar bastante, a gente gravava quantas vezes fossem necessárias. Com isso, aprendi muito”, confessa.

Quando trabalhava na TV Cultura de São Paulo, o jornalista foi convidado a ingressar no Fantástico, da Rede Globo, como repórter. Já são 12 anos dedicados ao programa e hoje exerce os cargos de apresentador e editor-chefe. “Quando fui convidado pelo diretor Luis do Nascimento a trabalhar no Fantástico fique muito assustado. Agora não falaria mais só com o jovem, mas também com seus pais, avós, irmãos, tios e agregados da sua família”, desabafa.

Zeca Camargo acredita que o Fantástico é um grande tubo de ensaio “O Fantástico é constantemente renovado, ele possui uma liberdade de formatos e ao mesmo tempo, é a audiência que manda na sua programação”, diz.

Nesses vinte anos de profissão, o jornalista já de uma volta completa ao mundo e aprendeu quatro idiomas, além de ter escrito seis livros, entre eles A Fantástica Volta Ao Mundo: registros e bastidores de viagem (2004), 1000 Lugares Fantásticos no Brasil (2006), De A-Ha a U2: os bastidores das entrevistas do mundo da música (2006) e Novos Olhares (2007).

Prêmios

Foto: Daniela Machado
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Com o programa No limite, Zeca Camargo recebeu o prêmio de Melhor Programa de 2000 da APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte), em abril de 2001. No mesmo ano, foi agraciado com o prêmio Unesco de Educação pelo quadro Altos Papos, do Fantástico. Em 2004 ele e a apresentadora Renata Ceribelli receberam o prêmio de Melhor Programa Jornalístico pelo Fantástico.

Dicas aos futuros jornalistas

Os alunos de jornalismo foram os maiores beneficiados com a palestra. O jornalista deu diversas dicas aos estudantes. “A nossa função é transmitir informações as pessoas e existem diversas maneiras para realizar essa ponte. O grande barato é surpreendê-las, saber fazer diferente, torna a notícia algo interessante”.

Foto: Daniela Machado
fotos-040.jpgZeca Camargo defende a credibilidade da informação. “O bom jornalista tem que correr atrás da informação e desconfiar de tudo. Ele deve ser o mais transparente possível, claro, objetivo e, sobretudo honesto. Se ele assim o fizer, vai ter credibilidade perante as pessoas”.

Para finalizar, o jornalista falou sobre a internet. “A internet é um espaço infinito para as pessoas, mas para você entrar nela tem que estar aberto a tudo.” Zeca Camargo possui um portal, onde se encontram informações de sua carreira, viagens realizadas e entrevistas. Além disso, ele escreve sua opiniões em um blog no site G1.